VIGÍLIA PASCAL
30 de março de 2013
1. Aprofundando os textos bíblicos: Gênesis 1,1-2,2; Salmo 104 (103); Gênesis 22,1-18; Salmo 16(15); Êxodo 14,15-15,1; Cântico (Ex 15,1-6.17-18); Isaías 54,5-14; Salmo 30(29); Isaías 55,1-11; Cântico (Is 12,2-6); Baruc 3,9-15.32-4,4; Salmo 19(18); Ezequiel 36,16-17a.18-28; Salmo 42(41); Romanos 6,3-11; Salmo 118(117); Lucas 24,1-12.
No evangelho, as discípulas fiéis, representadas por Maria de Magdala, foram ao túmulo de Jesus, na madrugada do primeiro dia da semana. Tomadas de medo diante da ausência do corpo do Senhor no sepulcro, elas são consoladas pela mensagem de vida e de esperança (24,5- 6). A experiência pascal suscita a fé e faz compreender as palavras que Jesus havia proferido: É necessário o Filho do Homem ser entregue nas mãos dos pecadores, ser crucificado e, ao terceiro dia, ressuscitar (24,7; cf. 9,22).
As mulheres se tornam anunciadoras da Boa Nova do Ressuscitado aos discípulos. As demais leituras ressaltam também o amor incondicional de Deus, revelado ao longo da história da salvação. O relato da criação mostra Deus como a luz da vida, que transforma as trevas, o caos em cosmos. Abraão, o pai da fé, confia na promessa divina.
O êxodo evoca a ação de Deus, que conduz no caminho da libertação. Os profetas ensinam a retomar o caminho da aliança, deixando-se envolver pela força da Palavra. Pelo batismo, o cristão faz a experiência da vida nova em Cristo, morto e ressuscitado. Mergulha no mistério da páscoa de Cristo para viver sua filiação divina.
2. Atualizando
Nesta noite santa, mãe de todas as vigílias, a luz de Cristo dissipa as trevas, iluminando a nossa fé. Em Cristo ressuscitado realiza-se a nova criação, o novo êxodo, para os que renascem nas águas do batismo e para os fiéis que renovam a sua condição de filhos e filhas.
3. A palavra de Deus na celebração
Reunidos em vigília, nesta noite santa, ouvindo atentamente a Palavra de Deus se revelando ao longo da história, somos iluminados pela luz de Cristo, banhados em Cristo e saciados pelos sacramentos pascais como homens e mulheres novos, transformados pelo Cristo, princípio e fim, a quem pertence o tempo e a eternidade, a glória e o poder, pelos séculos sem fim.



